1 de jul de 2012

Graça do ETERNO X desgraça dos efêmeros


A desgraça não acha, nem dá tempo para a graça.
Isto é muito sem graça. Na verdade, não é possível achar graça na desgraça. Só os criadores da desgraça acham graça na desgraça. (...)  Ela [a Graça do ETERNO] não é uma graça "alcançada", é "lançada" a nós; ela não é conseguida: é concedida. Ele invade a cultura da desgraça com sua Graça.

Esta cultura da desgraça é uma longa história, que vinha desde o Édem.
Passou por Sodoma e Gomorra, que até hoje continua como emblema da cultura da desgraça. Verdade seja dita: através da história, todas as guerras fazem lembrar Sodoma e Gomorra. Todas as epidemias e pragas apontam para Sodoma e Gomorra e para a cultura da desgraça. Todos os atos de terrorismo também.

Todos os atos de injustiça, exploração, de espoliação, de manipulação e domínio de mercados e exclusividade de tecnologia igualmente nos trazem à memória o mesmo quadro apocalíptico incrivelmente encravado no livro de Gênesis. Todas as situações domésticas de pressão, incompreensão, violência ou indiferença também apontam para Sodoma e Gomorra, como estamos dizendo, emblemas da cultura da desgraça.

Algo precisava ser feito! Não era possível ficar como estava! Deus entrou em ação. “...E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade. (João 1.14)
ELE  assim criou tempo para a Graça. ELE  é a divisão entre o tempo da desgraça e o tempo da Graça.
José Cassio Martins.
A cultura  da desgraça e a Graça de Deus

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