27 de abr de 2009

Um exemplo as jovens mães

Os números podem nos informar alguns fatos muito interessantes a respeito dos costumes de um povo. Por exemplo, o Brasil nos primeiros 4 anos do século XX viu os índices de gravidez de mulheres muito jovens alcançar a casa dos 20%, ou seja a cada 5 brasileiros nascidos 1 tem mãe com menos de 20 anos, e muitas tem entre 10 e 15 anos de idade. Uma gravidez nessas circunstancias tem varias implicação como geralmente não é programada pode gerar conflitos familiares irreversíveis alem de sentimento de culpa ou mesmo rejeição ao novo membro da família. Muitas dessas jovens mães com medo da repressão familiar tem a tendência de esconder a gestação e assim não buscar o atendimento medico ideal o que pode tornar essa gravidez de alto risco.
Outro elemento importante é o aceleramento do processo de maturação emocional dessa jovem, essa terá que definitivamente migrar de uma fase na vida marcada pela descoberta, adaptação e preparação para vida profissional ou universitária para a vida de responsável por um lar ou por um filho. Contudo ser mãe jovem não é algo novo, uma vez que a expectativa de vida do ser humano antes do século XX era relativamente baixa. Se considerarmos esse fato, então a maternidade precoce passaria a ser uma necessidade tendo em vista a manutenção da família, tribo e nação. Ao considerarmos isso somos levados a aceitar com certa naturalidade a possibilidade de Jesus ter sido filho de uma mãe muito jovem. Isso mesmo! Maria deveria estar na mesma faixa etária das jovens mães brasileiras do inicio do século XX. Contudo as exigências sociais e os complexos consumistas que preocupam jovens mães não eram enfrentadas pela jovem Maria. Ainda assim essa mãe enfrentou uma gravidez de “alto-risco”, não por razoes de saúde, mas por razoes de costumes, de religião e de política, tendo em vista que na sua barriga estava o Rei dos Judeus, e o trono em Jerusalém já estava ocupado por um sujeito sanguinário chamado Herodes. Quanto ao aceleramento do processo de maturação, bem esse foi efetuado de maneira mística e sobrenatural, com intervenção de alguns seres pouco vistos no dia-a-dia das pessoas, os anjos.
A grande diferença da gravidez das jovens para a de Maria consistia no fato de que se as primeiras não planejaram com antecedência a segunda tinha a sua gravidez planejada desde a fundação do mundo, e já anunciada a séculos pelos profetas judeus. Sim mas dessemelhanças não param ai, boa parte dos pais das jovens mães costumam desaparecer nessa hora, ou quando estão por perto não podem fazer muito pelos seus bebes, a final via de regra companheiro de mãe adolescente é um adolescente. Esse drama não foi enfrentado por Maria, ela nunca esteve sozinha, isso por que o Pai de Jesus sempre o assumiu, para quem não sabe ele éra Deus que sempre esteve com Cristo, e no dia do batismo ele pronunciou-se de tal forma que por séculos todos saberiam que Jesus era o filho amado em que o Seu Pai se comprazia. Mas o apoio a Maria não pararia ai, alem de alguém para assumir seu filho ela tinha um marido ao seu lado, alguém que não a deixou, José um homem justo, um bom pai adotivo para Jesus. Enfim Maria é o exemplo de jovem que constitui o seu lar sobre a orientação da vontade de Deus custe o que custar, o resultado visto por Maria foi esse, um lar saudável e amado. Se as nossas jovens conhecessem Maria!! Melhor, se elas conhecessem o filho de Maria, quanta desilusão não seria evitada!!!

fontes:
www.hsc.org.br

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